sexta-feira, 20 de maio de 2022

Contributos dos grupos de produtos e mercados para o 'crescimento' das exportações (1º Trimestre 2022)


Contributos dos Grupos de Produtos
e principais mercados
para o 'crescimento' das exportações
(1º Trimestre de 2022)

( disponível para download  >> aqui )

1 - Introdução

Pretende-se neste trabalho identificar, de forma expedita, através de um conjunto de quadros e gráficos, os contributos dos grupos de produtos e principais mercados de destino para a evolução global das exportações portuguesas de mercadorias no 1º Trimestre de 2022, bem como, ao nível de cada grupo de produtos, identificar os seus principais mercados e respectivos contributos para as exportações do grupo (ver conteúdo em Anexo).

Os dados de base foram extraídos do portal do Instituto Nacional de Estatística (INE) e reportam-se ao período acumulado de Janeiro a Março de 2021 e 2022, em versões preliminares, com última actualização em 10 de Maio de 2022.

2 – Estrutura e contributos dos grupos de produtos


Os grupos de produtos com maior peso no total das exportações no primeiro trimestre de 2022 foram “Químicos” (13,6%), “Máquinas, aparelhos e partes” (13,2%), “Agro-alimentares” (12,6%), “Material de transporte terrestre e partes” (11,7%), “Minérios e metais” (11,4 %), “Produtos acabados diversos” (9,3%), “Têxteis e vestuário” (8,7%), “Energéticos” (7,7%), “Madeira, cortiça e papel” (7,7%), “Calçado, peles e couros” (3,3%) e “Aeronaves, embarcações e partes” (0,7%).

O único contributo negativo para a taxa de ‘crescimento’ das exportações (+18,2%) coube, em pontos percentuais, ao grupo “Material de transporte terrestre e partes” (-1,0 p.p.).

Os restantes grupos registaram contributos positivos: “Minérios e metais” (+3,6 p.p.), Energéticos” (+3,0 p.p.), “Químicos” (+2,8 p.p.), “Agro-alimentares” (+2,6 p.p.), “Madeira, cortiça e papel” (+2,3 p.p.), “Têxteis e vestuário” (+1,7 p.p.), “Produtos acabados diversos” (+1,3 p.p.), “Máquinas, aparelhos e partes” (+1,0 p.p.) e “Calçado, peles e couros” (+0,9 p.p.), “Aeronaves, embarcações e partes” (+0,1 p.p.).

Na figura seguinte pode observar-se os acréscimos e decréscimos do valor das exportações por grupos de produtos no primeiro trimestre de 2022 face ao trimestre homólogo do ano anterior.


3 – Contributos dos principais mercados de destino                              para a exportação global

Dez mercados, sendo sete do espaço comunitário, foram o destino de 66,2% das exportações portuguesas de mercadorias no período de Janeiro a Março de 2022. Destaca-se a Espanha (26,6% do Total), seguida da França (13,6%). Com menor expressão alinharam-se depois os EUA (5,8%), a Itália (4,6%), os Países Baixos (4,4%), o Reino Unido/Irl.NT (4,3%), a Bélgica (2,5%), Angola (1,7%), a Polónia (1,5%) e a Suécia (1,2%).

À excepção do Reino Unido/Irlanda NT (-0,8%), todos os restantes países apresentaram contributos positivos para a taxa de variação homóloga das exportações no 1º trimestre de 2022 face ao trimestre homólogo do ano anterior.

Os maiores contributos, medidos em percentagem, couberam a Espanha (+29,6%), à França (+12,5%), aos EUA (+9,7) e aos Países Baixos (+7,3). Seguiram-se a Itália (+4,0%), Angola (+3,8), a Bélgica (+2,7), a Polónia (+2,0%) e a Suécia (+1,9%).

Seguem-se quadros e gráficos relativos aos dez principais mercados de destino de cada um dos onze grupos de produtos aqui considerados e correspondentes contributos para as exportações no trimestre em análise.

4 – Contributos dos dez principais mercados em cada grupo de produtos

4.1 – “Agro-alimentares”

4.2 – “Energéticos”

4.3 – “Químicos”

4.4 – “Madeira, cortiça e papel”

4.5 – “Têxteis e vestuário”

4.6 – “Calçado, peles e couros”

4.7 – “Minérios e metais”

4.8 – “Máquinas, aparelhos e partes”

4.9 – “Material de transporte terrestre e partes”

4.10 – “Aeronaves, embarcações e partes”

4.11 – “Produtos acabados diversos”


ANEXO



Alcochete, 14 de Maio de 2022.




domingo, 15 de maio de 2022

Quotas das exportações de Portugal e ritmo de crescimento (2017-2021)

 

Quotas das exportações de Portugal

e ritmo de 'crescimento' em valor

nos seus principais mercados

2017-2021

                                              ( disponível para download  >> aqui )

1 - Introdução

Analisa-se neste trabalho a evolução das quotas de mercado das exportações portuguesas de mercadorias ao longo do período de 2017 a 2021 relativamente aos principais mercados de destino em 2021.

Compara-se também o ritmo da variação nominal anual dos fornecimentos portugueses com o ritmo de evolução das importações globais no seio de cada um destes mercados (2017=100).

- Metodologia:

A partir da base de dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), foram definidos os principais mercados de destino das exportações portuguesas em 2021.

Existem assimetrias, por vezes significativas, com causas variadas, entre os dados das importações originárias de Portugal quando contabilizadas por organismos estatísticos nacionais, os de fonte Eurostat para os importadores comunitários e os de outras fontes estatísticas, quando comparados com os correspondentes dados oficiais da exportação portuguesa de fonte Instituto Nacional de Estatística (INE).

Visando uma maior aproximação à realidade, utilizou-se neste trabalho a base de dados do “Eurostat” para as importações nos países comunitários em causa, a do “International Trade Centre” (ITC) para a generalidade das importações nos Países Terceiros, com excepção de Angola (“Administração Geral Tributária de Angola”), Marrocos, China, México e Israel (Base de dados “Comtrade”, da ONU), sendo os dados de Israel para 2021 de fonte “Central Bureau of Statistics-Israel”.

O valor das importações originárias de Portugal nesses mercados corresponde  às exportações portuguesas ‘Fob’ para cada um dos mercados, de fonte INE, convertidas a valor ‘Cif’ por aplicação de um factor fixo (‘Fob’=’Cif’ x 0,9533).

2 - Principais mercados de destino das exportações portuguesas

São aqui considerados 31 mercados, 16 intra-comunitários e 15 Países Terceiros, que foram o destino de cerca de 90% das exportações portuguesas de mercadorias ao longo dos últimos cinco anos.

Do espaço comunitário a 27 (não incluindo o Reino Unido e Irlanda do Norte nestes cinco anos), constam a Espanha, a França, a Alemanha, a Itália, os Países Baixos, a Bélgica, a Polónia, a Suécia, a Dinamarca, a República Checa, a Roménia, a Finlândia, a Irlanda, a Eslováquia, a Hungria e a Áustria.

Os países terceiros considerados são os EUA, o Reino Unido/Irl NT, Angola, Marrocos, o Brasil, a China, a Suíça, a Turquia, Gibraltar, o Canadá, Israel, o México, Cabo Verde, o Japão e a Noruega.

3 - Quotas de mercado

Em 2021, as quotas de mercado de Portugal mais expressivas terão sido em Cabo Verde (45,5%), Angola (10,3%) e Espanha (5,0%). 

Seguiram-se, entre as principais, a França (1,4%), Itália, Finlândia, Alemanha e Reino Unido/Irl NT (06% cada), Dinamarca, Suécia, Israel, Roménia e Eslováquia (0,5% cada), Irlanda, Países Baixos, Brasil e Bélgica (0,4% cada).


4 – Ritmo de ‘crescimento’ do valor das importações nos                            países alvo, com origem no mundo e em Portugal

No quadro seguinte pode-se comparar o ritmo de ‘crescimento’ do valor das importações globais nos principais mercados da exportação portuguesa com origem no mundo, com o ritmo de ‘crescimento’ das importações originárias de Portugal nos últimos cinco anos (2017=100).

5 – Quotas de mercado de Portugal e ritmo de ‘crescimento’ do valor das importações nos países alvo com origem no mundo e em Portugal

Nos gráficos seguintes pode visualizar-se a evolução das quotas de mercado de Portugal nos seus principais países de destino das exportações, bem como a evolução do ritmo de variação anual do valor das importações de mercadorias nesses mercados, quando originários de Portugal e do Mundo (2017=100).








Alcochete, 28 de Abril de 2022.


sexta-feira, 13 de maio de 2022

Comércio Internacional de mercadorias-Série mensal Jan-Mar 2022

 

Comércio Internacional de mercadorias
- Série mensal -
Janeiro a Março de 2022

( disponível para download  >> aqui )

1 - Balança comercial

De acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) para o período de Janeiro a Março de 2021 e 2022, com última actualização em 10 de Maio de 2022, as exportações de mercadorias aumentaram em valor, em termos homólogos, +18,2% (+2803 milhões de Euros), a par de um aumento das importações de +36,8% (+6684 milhões).

A partir do mês de Janeiro de 2021, nas estatísticas de base do INE foram acrescentados dois novos códigos de países, “XI-Reino Unido (Irlanda do Norte)” e “XU-Reino Unido (não incluindo a Irlanda do Norte)”, apresentando-se a zeros a posição pautal com o código “GB-Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte”. Nos quadros destas séries mensais do Comércio Internacional manteremos, para já, este código GB, correspondente ao somatório dos valores dos dois novos códigos.

As exportações para o espaço comunitário (expedições), cujo total corresponde aqui aos actuais 27 membros, registaram de Janeiro a Março de 2022 um acréscimo de +20,2% (+2231 milhões de Euros), tendo as exportações para os Países Terceiros aumentado +13,2% (+572 milhões). Por sua vez, as importações com origem na UE (chegadas) aumentaram +28,9% (+3944 milhões) e as originárias dos Países Terceiros +60,6% (+2740 milhões). 

O défice comercial externo (Fob-Cif) aumentou +140,3% ao situar-se em -6646 milhões de Euros (superior em 3881 milhões ao do ano anterior), a que corresponderam agravamentos de 1712 milhões no comércio intracomunitário e de 2168 milhões no extracomunitário. Em termos globais, o grau de cobertura (Fob/Cif) das importações pelas exportações desceu de 84,8%, em 2021, para 73,3%, em 2022.

A variação do preço de importação do petróleo repercute-se no valor das exportações de produtos energéticos, com reflexo na Balança Comercial. De Janeiro a Março de 2022 o valor médio de importação do petróleo bruto subiu, face ao período homólogo de 2021, de 351 para 639 Euros/Ton.

Para além da variação da cotação internacional do barril de petróleo, medida em dólares, a variação da cotação do dólar face ao Euro é também um dos factores determinantes da evolução do seu preço em Euros.

Se excluirmos do total das importações e das exportações o conjunto dos produtos “Energéticos” (Capº 27 da NC), que pesou 15,7% no total das importações em 2022 e 7,7% do lado das exportações, o grau de cobertura (Fob/Cif) das importações pelas exportações sobe de 73,3%, no comércio global, para 80,1%.


2 – Evolução mensal

3 – Mercados de destino e de origem

3.1 - Exportações

Em 2022, no período de Janeiro a Março, as exportações para a UE (expedições), que representaram 73,1% do Total, cresceram +20,2%, contribuindo com +14,5 pontos percentuais (p.p.) para uma taxa de ‘crescimento’ global de +20,2%. As exportações para o espaço extracomunitário (26,9% do Total), cresceram +13,2%, contribuindo com +3,7 p.p. para a taxa de ‘crescimento’ global.

Os dez principais destinos das exportações no período em análise de 2022 foram a Espanha (26,6%), a França (13,6%), a Alemanha (11,1%), os EUA (5,8%), a Itália (4,6%), os Países Baixos (4,4%), o Reino Unido incl. Irlanda NT (4,3%), a Bélgica (2,5%), a Polónia (1,5%) e a Suécia (1,2%), destinos que representaram 75,7% do total das exportações.

Angola, o terceiro principal mercado entre os países terceiros no ano de 2021, depois dos EUA e do Reino Unido, registou no período em análise de 2022 um aumento de 54,3% nas nossas exportações (+106,9 milhões de Euros), envolvendo os acréscimos dez dos onze grupos de produtos: “Máquinas, aparelhos e partes” (+27,0 milhões), “Agro-alimentares” (+25,1 milhões), “Produtos acabados diversos” (+23,1 milhões), Químicos (+13,7 milhões), “Minérios e metais” (+9,5 milhões), “Madeira, cortiça e papel” (+3,4 milhões), “Têxteis e vestuário” (+2,4 milhões), “Energéticos” (+2,2 milhões), “Aeronaves, embarcações e partes” (555 mil Euros) e “Calçado, peles e couros” (+442 mil Euros).

 A excepção incidiu no grupo “Material de transporte terrestre e partes” (-537 mil Euros).

Entre os principais destinos, os maiores contributos positivos para o ‘crescimento’ das exportações neste período (+18,2%) pertenceram a Espanha (+5,4 p.p.), à França (+2,3 p.p.), à Alemanha (+2,1 p.p.), aos EUA (+1,8 p.p.), aos Países Baixos (+1,3 p.p.), às Provisões de Bordo Extra (+0,8 p.p.), à Itália (+0,7 p.p.), à Bélgica (+0,5 p.p.), e à Turquia (+0,4 p.p.). Os maiores contributos negativos couberam a Marrocos (-0,78 p.p.), ao Japão (-0,50 p.p.), ao Brasil (-0,33 p.p.) e a Angola (-0,18 p.p.). 


Os maiores acréscimos nas expedições para o espaço comunitário incidiram em Espanha, França, Alemanha, Países Baixos, Itália, Bélgica, Provisões de Bordo, Polómia, Suécia, Finlândia, Irlanda, Áustria, Rep. Checa, Lituânia e Eslováquia. O maior decréscimo coube a Malta.



No conjunto dos Países Terceiros, entre os maiores acréscimos nas exportações destacaram-se os EUA, Provisões de Bordo, Angola, Panamá, Turquia, Noruega, Catar, Canadá, Israel, Argentina, Suíça, Brasil e Coreia do Sul.

Entre os maiores decréscimos evidenciaram-se os de Marrocos, Japão, Gibraltar, Austrália, Reino Unido, e Vietname.

3.2 - Importações

Em 2022, no período em análise, as chegadas de mercadorias com origem na UE, que representaram 70,8% do total, registaram um acréscimo de +28,9% e contribuíram com +21,7 p.p. para uma taxa de variação homóloga global de +36,8%.

As importações com origem no espaço extracomunitário registaram no mesmo período um acréscimo de +60,6%, representando 29,2% do total, com um contributo para o ‘crescimento’ global de +15,1 p.p..

Os principais mercados de origem das importações em 2022 foram a Espanha (32,4% do Total) e a Alemanha (11,8%).

Seguiram-se a França (6,4%), os Países Baixos (5,0%), a China (4,8%), a Itália (4,7%), os EUA (3,6%), o Brasil (3,4%), a Bélgica (3,1%) e a Nigéria (1,8%).

Estes países representaram, no seu conjunto, 77,0% do total das importações.


Entre os contributos positivos para a taxa de variação homóloga anual das importações em 2022 (+36,8%) destacou-se o da Espanha, (+12,2 p.p.), seguida dos EUA (+2,7 p.p.), do Brasil (2,4 p.p.), da China (+2,2 p.p.), da Alemanha (+2,0 p.p.), da França (+1,9 p.p.) do Azerbaijão (+1,4 p.p.) e dos Países Baixos (+1,3 p.p.). Os principais contributos negativos incidiram na Arábia Saudita (-0,3 p.p.) e na Ucrânia (‑0,2 p.p.).

Nas duas figuras seguintes relacionam-se os maiores acréscimos e decréscimos das importações com origem intracomunitária e nos Países Terceiros entre 2021 e 2022.


4 – Saldos da Balança Comercial        

Nos primeiros três meses de 2022, os maiores saldos positivos da balança comercial (Fob-Cif) couberam à França (+888 milhões de Euros) e ao Reino Unido (+542 milhões). Seguiram-se Angola (+208 milhões), os EUA (+147 milhões) e Marrocos (+105 milhões).

O maior défice, a grande distância dos restantes, pertenceu a Espanha (-3213 milhões de Euros), seguida da China (-1042 milhões), da Alemanha (‑898 milhões), do Brasil (‑666 milhões) e da Nigéria (-446 milhões).

5 – Evolução por grupos de produtos

5.1 – Exportações

Os capítulos da Nomenclatura Combinada (NC-2 Ξ SH-2), foram aqui agregados em 11 grupos de produtos (ver ANEXO).

No período de Janeiro a Março de 2022, todos os grupos, à excepção de “Material de transporte terrestre e partes” registaram acréscimos nas exportações face a 2021.

Os grupos que detiveram maior peso na estrutura foram “Químicos” (13,6% do Total e +427 milhões de Euros face a 2021), “Máquinas, aparelhos e partes” (13,2% e +158 milhões), “Agro-alimentares” (12,6% e +404 milhões), “Material de transporte terrestre e partes” (11,7% e -161 milhões), “Minérios e metais” (11,4% e +556 milhões). Seguiram-se os grupos “Produtos acabados diversos” (9,3% e +197 milhões), “Têxteis e vestuário” (8,7% e +263 milhões), “Energéticos” (7,7% e +463 milhões), “Madeira cortiça e papel” (7,7% e +348 milhões), “Calçado, peles e couros” (3,3% e +131 milhões) e “Aeronaves, embarcações e partes) (0,7% e +18 milhões de Euros).

5.2 – Importações

Em 2022, no período em análise, foi positiva a taxa de variação homóloga em valor, face ao período homólogo do ano anterior, em todos os grupos de produtos.

Os grupos de produtos com maior peso foram “Químicos” (18,3% e +1017 milhões de Euros), “Máquinas, aparelhos e partes” (16,9% e +607 milhões), “Energéticos” (15,7% e +2196 milhões), “Agro-alimentares” (13,3% e +656 milhões), “Minérios e metais” (10,0% e +818 milhões).

Seguiram-se os grupos “Material de transporte terrestre e partes” (9,3% e 261 milhões de Euros), “Produtos acabados diversos” (5,5% e +226 milhões), “Têxteis e vestuário” (5,2% e +445 milhões), Madeira, cortiça e papel” (3,3% e +251 milhões) e “Calçado, peles e couros” (1,7% e +148 milhões) e “Aeronaves, embarcações e partes” (0,8% e +58 milhões). 

6 – Mercados por grupos de produtos

6.1 – Exportações

Entre os mercados de destino, a Espanha ocupou no perído de Janeiro a Março de 2022 a primeira posição em 8 dos 11 grupos de produtos com 26,6% do total, ocorrendo as excepções nos grupos “Calçado, peles e couros” (4ª posição, depois da França, Alemanha e Países Baixos), “Máquinas, aparelhos e partes” (2ª posição, depois da Alemanha) e “Aeronaves, embarcações e partes” (5ª posição, precedida dos EUA, Brasil, França e Irlanda).

Seguiram-se no “ranking” a França (13,6%), a Alemanha (11,1%), os EUA (5,8%), a Itália (4,6%), os Países Baixos (4,4%), o Reino Unido (4,3%), a Bélgica (2,5%), Angola (1,7%) e a Polónia (1,5%).

Estes dez países representaram 76,1% das exportações totais.

6.2 – Importações

Na vertente das importações, a Espanha ocupou o primeiro lugar em dez dos onze grupos de produtos, com 32,4% do total.

A única excepção foi o grupo “Aeronaves, embarcações e partes” (6º lugar, depois da Alemanha, EUA, Canadá, França e Brasil).

Seguiram-se, no “ranking”, a Alemanha (11,5%), a França (6,4%), os Países Baixos (5,0%), a China (4,8%), a Itália (4,7%), os EUA (3,6%), o Brasil (3,4%), a Bélgica (3,1%) e a Nigéria (1,8%). Estes dez países cobriram 77,0% das importações totais.

7 – Valor dos grupos de produtos das exportações em 2022                        face a 2021, por meses homólogos não acumulados


Alcochete, 12 de Maio de 2022.

ANEXO