terça-feira, 9 de abril de 2024

Séries Anuais do Comércio Internacional (2019-2023)

 


Comércio Internacional de Mercadorias

- Séries Anuais -

(2019-2023)

Evolução Global

Grupos e Subgrupos de Produtos

Índices de Valor, Volume e Preço

Principais mercados


(disponível para download >> aqui)




Introdução

Os dados de base utilizados neste trabalho foram extraídos do Portal do INE, correspondendo a versões definitivas.

Em todos os anos a União Europeia é aqui considerada com os seus actuais 27 Estados-membros (Reino Unido/Irlanda NT, excluído).

Para a análise da evolução das importações e das exportações de produtos definidos a 8 dígitos da Nomenclatura Combinada (NC) em uso na União Europeia, estes foram agregados, em cada uma das vertentes comerciais, em 11 grupos, por sua vez subdivididos num total de 38 subgrupos.

Pretendeu-se com esta agregação encontrar uma possível homogeneidade entre o tipo de produtos que constituem cada subgrupo, por forma a permitir um cálculo mais consistente de índices de preço de Paasche, que são aqui apresentados para o período em análise.

A metodologia utilizada para o cálculo destes índices assenta na selecção de uma amostra representativa do comportamento dos produtos que integram cada subgrupo, cujos índices são posteriormente ponderados para o cálculo do índice do respectivo grupo, e estes por sua vez ponderados para o cálculo do índice do Total.

Os índices de preço de cada subgrupo são obtidos a partir de uma primeira amostra automática, construída com base nos produtos definidos a 8 dígitos com movimento em dois anos consecutivos, dentro de um intervalo calculado por métodos estatísticos.

Segue-se uma análise crítica, que pode incluir, entre outros, o recurso à evolução do preço das matérias-primas que entrem na manufactura de um dado produto, como indicador de consistência de um determinado índice aparentemente anormal.

Mais frequentemente procede-se à desagregação por mercados de posições pautais com peso relevante que se encontram fora do intervalo, incluindo-se na amostra o conjunto dos países que apresentam um comportamento coerente na proximidade do intervalo previamente encontrado.

Os índices de preço deste trabalho foram calculados com base em versões anuais preliminares, tendo em atenção as alterações pautais anuais habitualmente introduzidas. Mostra a experiência que estes índices, quando calculados com base em versões definitivas são na generalidade praticamente coincidentes.

1 - Evolução Global





2 - Evolução por Grupos de Produtos



2.1 – Balança Comercial por Grupos de Produtos







2.2 -Índices de variação anual em Valor, Volume e Preço                              por Grupos de Produtos



2.3 – Os 10 principais mercados de origem em 2023                                        por Grupos de Produtos e sua evolução desde 2019

2.3.1 - Importação





2.3.2 - Exportação





3 – Evolução por Subgrupos de Produtos

3.1 – Importação

3.1.1 – Valor (milhões de Euros)



3.1.2 – Taxas de variação anual homóloga


3.1.3 – Estrutura dos Subgrupos de Produtos face ao Grupo [%]


3.2 – Exportação

3.2.1 – Valor (milhões de Euros)


3.2.2 – Taxas de variação anual homóloga                                                           por Subgrupos de Produtos


3.2.3 – Estrutura dos Subgrupos de Produtos face ao Grupo


4 - Índices de variação anual homóloga em Valor,                                        Volume e Preço por subgrupos de produtos

4.1 – Importação











4.2 – Exportação












Alcochete, 19 de Abril de 2024.


ANEXO 1



ANEXO 2




sábado, 23 de março de 2024

 

Comércio Internacional português

de "Têxteis" e "Vestuário e acessórios"

(2019-2023)

( disponível para download  >> aqui )

1 - Introdução

As exportações do conjunto de produtos “Têxteis” e “Vestuário e acessórios”, que haviam registado um forte incremento após a adesão de Portugal às Comunidades, começaram a decair em 2002, quebra que se acentuou significativamente após a concretização do desmantelamento do “Acordo Multifibras” (Janeiro de 2005), em conformidade com as regras da “Organização Mundial de Comércio” (OMC), e do consequente aumento principalmente, da competição chinesa no sector, a que a indústria reagiu apostando na qualidade, na inovação e no “design”, com aumento de valor acrescentado. 

A partir de 2009 assistiu-se a uma recuperação sustentada destas exportações, que atingiram o seu ponto de maior crescimento em 2018, decrescendo a partir de então, mais acentuadamente em 2020, na sequência da pandemia que assolou o mundo, para recuperarem o seu crescimento até 2022, com 122,2% do valor que detinham em 2000, decaindo para 115,5% em 2023, de acordo com os dados de base preliminares disponíveis.

Estes produtos continuam a ocupar uma importante posição no contexto das exportações, com grande interligação com as importações ao nível de matérias-primas necessárias para alimentação da indústria exportadora.

Desde o início deste século as importações de produtos “Têxteis” mantiveram-se abaixo do nível de 2000, à excepção do ano 2022, enquanto que as importações de “Vestuário e acessórios” (acessórios como chapéus, guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sois, penas e penugem, flores artificiais e obras de cabelo) registaram um ritmo de crescimento sustentado (com uma inflexão em 2020), atingindo 266,9% em 2023 face a 2000.

A balança comercial do conjunto dos “Têxteis” e “Vestuário e acessórios” foi favorável a Portugal de 2019 a 2023, com um saldo de 595 milhões de Euros no último ano e um grau se cobertura das importações pelas exportações de 111,3%, na sequência de quebras em valor, face ao anterior, de -5,6% nas importações e de -5,5% nas exportações.

Em 2023, tanto na importação como na exportação predominou o “Vestuáriio e acessórios”, com respectivamente 58,1% e 59,6% do Total.

Numa óptica de localização das importações destes produtos por mercados Intra e Extra-comunitários, verifica-se que no espaço Intra-comunitário tiveram origem 56,9% das importações de “Têxteis” e 83,2% das de “Vestuário e acessórios” em 2023.

Por sua vez, no âmbito das exportações foi também o espaço Intra-comunitário o principal destino dos “Têxteis” (63,0% do Total) e do “Vestuário e acessórios” (80,1%).

Neste trabalho, que cobre os anos 2019 a 2023, os produtos “Têxteis” vão ser divididos em quatro componentes: “Fibras e Fios”, “Tecidos”, “Têxteis-Lar” e “Outros Têxteis”. Por sua vez o “Vestuário e acessórios” vai ser considerado em três componentes: “Vestuário de Malha”, “Vestuário excepto de malha” e “Outros acessórios” (ver Anexo). 

Os dados estatísticos de base aqui utilizados, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no seu Portal, correspondem a versões definitivas para os anos de 2019 a 2022 e a uma versão preliminar para 2023, com última actualização em 9-2-2024.

2 – Comércio internacional português de “Têxteis”

2.1 – Balança Comercial

Em 2023, face a 2022, as importações e as exportações de “Têxteis” registaram taxas de variação homóloga negativas, respectivamente -16,8% e -7,7%. 

A balança comercial, que havia sido deficitária no ano anterior (-87 milhões), registou um saldo positivo (+159 milhões), com um grau de cobertura das importações pelas exportações de 107,2%.

2.2 – Importação de “Têxteis” por componentes

Em 2023 predominaram as importações de “Fibras e Fios” (39,9%), principalmente fios de algodão e de filamentos e fibras sintéticas, algodão não cardado ou penteado e fibras artificiais. Seguiram-se os “Tecidos”, com destaque para os tecidos de fios de filamentos sintéticos e de algodão, tecidos de malha, de lã penteada e de algodão, destinados em grande parte a serem utilizados na fabricação de vestuário para exportação, que representaram 28,1% das importações, os “Outros Têxteis” (19,8%), como tecidos impregnados ou revestidos a plástico, falsos tecidos, moldes para vestuário, sacos para embalagem, produtos para usos técnicos, fitas de matérias têxteis, encerados, toldos, tendas e velas, etiquetas, emblemas e semelhantes, entre outros. Os “Têxteis-Lar” representaram 12,3% do total das importações em 2023, como roupas de cama, mesa ou toucador e artigos para guarnição de interiores, entre outros.

2.3 – Mercados de origem das importações de “Têxteis”

À exepção dos Países Baixos (+3,9%), registaram-se quebras nos restantes nove principais países de origem das importações de “Têxteis” em 2023, face ao ano anterior.

Entre os dez principais mercados de origem predominaram a Espanha (18,6%), a Itália (15,1%), a China (10,0%), a Índia (9,8%) e a Alemanha (8,6%).

Com pesos inferiores alinharam-se depois a Turquia (6,9%), o Paquistão (6,3%), a França (4,2%), os Países Baixos (3,5%) e a Bélgica (2,3%).

2.4 – Exportação de “Têxteis” por componentes

Em 2023 predominou nas exportações a componente “Outros Têxteis” (34,2%), designadamente cordéis, cordas e cabos entrançados, tecidos impregnados ou revestidos com plástico, moldes para vestuário, artefactos têxteis para uso técnico e telas para pneus, entre outros. 

Seguiram-se os “Têxteis-Lar” (29,6%), com destaque para as roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, tapetes, artigos de guarnição de interiores, cobertores e mantas, cortinados e estores de interior, os “Tecidos” (24,5%) de malha ou algodão, de fios de filamentos e de fibras sintéticas, de lã penteada ou de linho, e os veludos e pelúcias, entre outros, e as “Fibras e Fios” (11,6%) de conteúdo muito variado, com destaque para os cabos de filamentos sintéticos, fios de algodão, de fibras ou filamentos sintéticos, monofilamentos e fios de lã cardada ou penteada, entre outros.

2.5 – Mercados de destino das exportações de “Têxteis”

Em 2023, entre os dez principais mercados de destino das exportações portuguesas de “Têxteis”, que representaram cerca de 70% do Total, apenas na Alemanha, na Roménia e em Marrocos se verificaram taxas de crescimento positivas face ao ano anterior.

Os principais destinos destas exportações foram a Espanha (17,0% do Total), a França (12,6%), os EUA (10,1%) e a Alemanha (8,0%).

3 – Comércio internacional português de                                                      “Vestuário e acessórios”

3.1 – Balança Comercial

A balança comercial do “Vestuário e acessórios” foi favorável a Portugal no período em análise. 

Com um saldo crescente entre 2019 a 2021, quando atingiu cerca de 1,1 mil milhões de Euros, o saldo decresceu a partir de então, situando-se em 436 milhões de Euros em 2023, na sequência de um aumento das importações de +4,4%, face ao ano anterior, com as exportações a decrecerem -3,9%, de acordo com os dados preliminares disponíveis.

3.2 – Importação de “Vestuário a acessórios” por componentes

Em 2023 a importação de “Vestuário de malha” representou 50,4% do Total, a de “Vestuário excepto malha” 45,8%, e a de “Outros acessórios” (3,8%). 


Entre o “Vestuário de malha” destacam-se as importações de camisolas, pulôveres e semelhantes, de ‘T-shirts’ e camisolas interiores, de fatos, conjuntos, casacos, vestidos, saias, calças e calções para senhora, de camisas para homem, de vestuário de trabalho e para desporto, meias-calças e meias como por exemplo para varizes, vestuário para bebés, combinações, saiotes, calcinhas, pijamas, robes e semelhantes para senhora, vestuário de tecido impregnado de borracha ou plástico, fatos conjuntos, casacos, calças e calções para homem. Este conjunto de produtos pesou em 2023 cerca de 88% deste tipo de vestuário.

No âmbito do “Vestuário excepto de malha” predominaram as importações de fatos, conjuntos, casacos, vestidos, saias, calças e calções para senhora, de fatos, casacos, calças e calções para homem, de fatos para desporto, fatos-macaco, fatos de banho e biquínis, calções e slips de banho, de casacos compridos, capas, anoraques e blusões, camiseiros e blusas de uso feminino, de camisas, sobretudos, capas e blusões de uso masculino, de suitiãs, cintas, espartilhos, ligas e artefactos semelhantes.

Este conjunto de produtos pesou, em 2023, cerca de 89% do Total deste tipo de vestuário.

Os “Outros acessórios”, com peso mais reduzido, centraram-se em chapéus e outros artefactos de uso semelhante, guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sois, flores artificiais, perucas, sobracelhas, pestanas, madeixas e artefactos semelhantes.

3.3 – Mercados de origem das importações                                                     de “Vestuário e acessórios”

Em 2023 o principal mercado de origem das importações de “Vestuário e acessórios” foi a Espanha, com 53,0% do Total.

Seguiram-se a Itália (9,2%), a França (7,1%), a China (6,5%), a Alemanha (5,2%), o Bangladeche (3,1%), os Países Baixos (2,6%), a Bélgica (2,2%), a Polónia (1,7%) e a Índia (1,6%).

3.4 – Exportação de “Vestuário e acessórios” por componentes

Nas exportações de “Vestuário e acessórios” prevaleceu o “Vestuário de malha”, que em 2023 representou 66,6% do Total, seguido do “Vestuário excepto de malha” (30,2%) e dos “Outros acessórios” (3,2%).

Entre o “Vestuário de malha” destacaram-se, em 2023, as exportações de “T-shirts”, camisolas interiores e semelhantes, de camisolas e pulôveres, cardigans e artigos semelhantes, de fatos de saia-casaco, conjuntos, casacos, vestidos, saias, calças, jardineiras e calções para senhora, de camisas de malha para homem, de meias-calça e meias de variados tipos incluindo para varizes, de fatos, conjuntos, casacos, calças, bermudas, jardineiras e calções para homem, e de vestuário e seus acessórios para bebé, produtos que que representaram cerca de 90% do Total.

No âmbito do “Vestuário excepto de malha” prevaleceram, em 2023, as exportações de fatos, conjuntos, casacos, calças e calções para homem, de fatos de saia-casaco, conjuntos, casacos, vestidos, saias, calças e calções para senhora, de camisas para homem, de camiseiros e blusas para senhora, de fatos de treino, fatos-macaco, fatos de banho e biquínis, de casacos compridos, anoraques e blusões para senhora, e de sobretudos, capas e blusões para homem, produtos que pesaram cerca de 90% no Total.

Os “Outros acessórios” centraram-se em chapéus e seus esboços não enformados, guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sois, partes de aves com penas e penugem, e flores artificiais.

3.5 – Mercados de destino das exportações de                                                 “Vestuário e acessórios”

Entre os dez principais destinos das exportações de "Vestuário e acessórios” em 2023 destacaram-se a Espanha (27,4%), a França (18,7%), a Alemanha (9,4%) e a Itália (8,3%). Seguiram-se o Reino Unido, incluindo a Irlanda do Norte (6,8%), os EUA (6,3%) e os Países Baixos (6,0%) e, com pesos inferiores, a Bélgica (2,3%), a Suécia (2,5%) e a Dinamarca (1,8%), países que, no seu conjunto, representaram cerca de 90% do Total.



Alcochete, 21 de Março de 2024.


  

terça-feira, 12 de março de 2024

Comércio internacional português do Calçado -2019-2023

 

Comércio Internacional português

do Calçado

(2019-2023)

( disponível para download  >> aqui )

1 - Introdução

As exportações portuguesas de calçado conheceram um processo de expansão a partir da segunda metade da década de 70 do século passado e com grande dinamismo a partir dos primeiros anos da década de 80, tornando-se numa das indústrias mais dinâmicas do país. Após um longo período de crescimento, seguiu-se uma fase de ajustamento estrutural às novas condições competitivas do mercado, principalmente por parte de países asiáticos. Sustentadamente crescentes desde o início da década de 80 do século passado, as exportações portuguesas de calçado para o Mundo atingiram 1,7 mil milhões de Euros em 2001, decrescendo tendencialmente a partir de então, até se situarem em cerca de 1,3 mil milhões em 2009.

A partir de 2009 estas exportações aumentaram sucessivamente, atingindo 2 mil milhões de Euros em 2017. Seguiram-se quebras até 2020, ano em que se situaram em 1,5 mil milhões, para recuperarem o crescimento sustentadamente até 2022 (2,1 mil milhões), situando-se em 1,9 mil milhões de Euros em 2023, de acordo com os dados preliminares disponíveis.

O peso do calçado na exportação global portuguesa, que em 2001 representava 6,3%, decresceu significativamente, representando 2,5% em 2023.

Neste trabalho vai-se analisar a evolução das importações e exportações portuguesas de calçado no período de 2019 a 2023, com base em dados definitivos do ‘Instituto Nacional de Estatística’ (INE) de 2019 a 2022, e preliminares para 2023, com última actualização em 9 de Fevereiro de 2024.

2 – Balança Comercial portuguesa do Calçado

A Balança Comercial é fortemente favorável a Portugal, com saldos da ordem dos mil milhões de Euros em 2021 e 2022 e 968 milhões em 2023, e elevados graus de cobertura das importações pelas exportações.

Em 2023 as importações, que no ano anterior haviam crescido +36,7%, decresceram ‑2,6%. Por sua vez as exportações, que em 2022 haviam aumentado +20,1%, decaíram ‑7,6%.

Ao longo do último quinquénio o peso no calçado nas importações globais representou cerca de 1%, tendo o peso das exportações descido de 3,1%, em 2019, para 2,5%, em 2023.

3 – Importação

3.1 – Importação por tipos de calçado

Em 2023 predominaram as importações de calçado com a parte superior em matérias têxteis e em couro, respectivamente 28,6% e 27,9% do Total.

Seguiram-se as partes de calçado, com 22,6% e o calçado com a parte superior em borracha ou plástico, 18,9%.

O conjunto do calçado não especificado reuniu 1,1% do total e o calçado impermeável 0,9%.

 

3.2 – Principais mercados de origem

No ano de 2023 tiveram origem no espaço comunitário 78,6% das importações de calçado (73,0% em 2022.

Os principais fornecedores foram a Espanha, com 33,4% do Total (30,9% em 2022) e a Alemanha (10,4% e 10,2% respectivamente).

Seguiram-se a Bélgica (10,3% e 8,4%), a Itália (9,1% nos dois anos), a China (8,2% e 9,1%)  e a França (7,8% e 7,5%).

Estes seis países representaram cerca de 80% das importações totais em 2023 (75% em 2022).


Principais mercados por tipos de calçado:


4 – Exportação

4.1 – Exportação por tipos de calçado

As exportações portuguesas incidem em sua grande parte no calçado com a parte superior em couro, o de maior valor, tendo representado 83,4% do Total nos dois anos em análise.

4.2 – Principais mercados de destino

Em 2023 destinaram-se ao espaço comunitário 80,2% das exportações de calçado (80,3% em 2022).

Os principais destinos foram a Alemanha (22,1% edm 2023 e 21,5% em 2022), a França (20,6% e 19,0%) e os Países Baixos (13,6% e 14,6%).

Seguiram-se a Espanha (7,8% e 7,6%), o Reino Unido (6,2% nos dois anos), os EUA (5,3% e 5,5%), a Dinamarca (3,7% e 4,8%),  Itália (3,1% e 2,7%), a Suécia (2,8% e 3,1%), a Bélgica (1,5% e 2,2%), , o Canadá, (1,4% e 1,5%), a Áustria (1,2% e 1,4%), a Irlanda (0,9% e 0,8%), a China (0,8% nos dois anos) e a Noruega (0,7% em ambos os anos.

Este conjunto de países representou 91,8% em 2023 e 92,4% em 2022).


Principais mercados por tipos de calçado:

  
     
            
5 – Índices de variação anual homóloga das importações e     exportações em Valor, Volume e Preço – 2019 a 2023

Nas figuras seguintes apresenta-se a evolução dos índices de Valor, Volume e Preço das importações e exportações de Calçado entre os anos de 2019 e 2023, com índices de preço calculados com base nas primeiras versões de cada um dos anos, indicando a experiência que não registam variações significativas face às versões definitivas.





Alcochete, 9 de Março de 2024.