quinta-feira, 4 de maio de 2017

Portugal-CPLP (2012 a 2016)



Comércio internacional de mercadorias
Portugal no âmbito da CPLP
2012 a 2016
(Publicação disponível para download aqui)

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1 – Nota introdutória

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi criada em 1996, sendo seus países fundadores Angola, o Brasil, Cabo Verde, a Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e S. Tomé e Príncipe. Em 2002 foi admitido no seu seio Timor-Leste e mais recentemente, em 2014, a Guiné-Equatorial, observador associado desde 2006. Entre os seus objectivos, no âmbito da cooperação em todos os domínios, situa-se o desenvolvimento de parcerias estratégicas e o levantamento dos obstáculos ao desenvolvimento do comércio internacional de bens e serviços, tornando-o assim numa importante alavanca para o desenvolvimento do espaço económico lusófono e consequente melhoria das condições de vida das suas populações.


No presente trabalho pretende-se analisar, com algum pormenor, a evolução das importações e das exportações efectuadas por Portugal com cada um dos seus parceiros na CPLP no período de 2012 a 2016, com base em estatísticas do Instituto Nacional de Estatística de Portugal (INE). Para o peso de Portugal nas importações e nas exportações de cada um dos seus parceiros comunitários foram utilizadas também estatísticas do International Trade Centre (ITC), por sua vez calculadas a partir de dados de base Comtrade, das Nações Unidas.


2 – Balança Comercial de mercadorias

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A Balança Comercial de Portugal com o conjunto dos seus actuais oito parceiros na CPLP é superavitária, tendo-se registado quebras sucessivas, tanto nas importações como nas exportações a partir de 2014. Ao longo dos últimos cinco anos, apenas foi deficitária com o Brasil e com a Guiné-Equatorial.

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Em 2016 o Brasil foi a principal origem das importações portuguesas no espaço da CPLP (52,7% do total), seguido de Angola (40,5%), Guiné Equatorial (4,4%) e Moçambique (1,8%).

Na vertente das exportações, no mesmo ano, destacou-se Angola (55,9%), seguida do Brasil (20,1%), Cabo Verde (9,6%), Moçambique (8,0%), Guiné-Bissau (2,9%) e S.Tomé e Príncipe (2,4%).

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3 – Peso da CPLP no comércio internacional
      de Portugal com o Mundo e Países Terceiros


O peso da CPLP nas importações globais portuguesas ao longo dos últimos cinco anos desceu de 6,5%, em 2012, para 3,3%, em 2016.

Face às importações provenientes do conjunto dos Países Terceiros, o maior peso verificou-se em 2013, com 23,4% do total, descendo para 14,7% em 2016.

Do lado das exportações, no período em análise o seu peso no total do Mundo desceu de um máximo de 9,7% em 2013 para 5,3% em 2016. 
Nas exportações para os Países Terceiros o peso da CPLP desceu de 33,1%, em 2012, para 21,6% em 2016. 
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4 – Importações por grupos de produtos em 2016
Os produtos transaccionados, definidos com base na Nomenclatura Combinada (coincidente até seis dígitos com o Sistema Harmonizado), foram agrupados em onze grupos de produtos:

As importações portuguesas com origem nos parceiros da CPLP representaram 3,3% das importações globais em 2016.

O grupo de produtos dominante foi o dos “Energéticos”, que em 2016 representou 47,6% destas importações e teve por principais fornecedores Angola, o Brasil e a Guiné-Equatorial. Tiveram origem na CPLP, neste ano, 15,5% das importações totais de produtos energéticos.



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Seguiram-se, entre os principais, os grupos “Aeronaves, embarcações e partes” (24,0%), com o Brasil à cabeça, e “Agro-alimentares” (13,5%), com destaque para o Brasil, Moçambique e Angola.
Numa análise mais fina por produtos, definidos a dois dígitos da Nomenclatura Combinada (NC-2), verifica-se que entre os quinze predominantes, 94,8% das importações totais em 2016, se destacam os “Combustíveis e óleos minerais”, as “Aeronaves e suas partes”, o “Ferro fundido, ferro e aço”, as “Sementes de oleaginosas”, as “Frutas”, o “Peixe, crustáceos e moluscos”, os “Cereais”, as “Máquinas e aparelhos mecânicos”, o “Plástico e suas obras” e a “Madeira”.
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5 – Exportações por grupos de produtos, em 2016

As exportações portuguesas com destino aos parceiros da CPLP pesaram 5,3% nas exportações globais em 2016. O grupo de produtos dominante foi “Agro-alimentares”, que em 2016 representou 31,9% das exportações para a CPLP e 13,1% das exportações globais, tendo por principal destino Angola, seguida do Brasil, Cabo Verde, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau. 

Seguiram-se “Máquinas, aparelhos e partes” (20,8%), com destaque para as exportações para Angola, mas também para Moçambique, Brasil e Cabo Verde. Em terceiro lugar surge o grupo “Químicos” (13,0%), principalmente destinados a Angola, mas também a Cabo Verde, Moçambique e Brasil. Com pesos inferiores as 10% alinharam-se os grupos “Produtos acabados diversos” (9,3%), “Minérios e metais” (8,1%), “Madeira, cortiça e papel” (4,5%), “Aeronaves, embarcações e partes” (4,1%), “Energéticos” (2,7%), “Têxteis e vestuário” (2,3%), “Material de transporte terrestre e partes” (2,1%) e “Calçado, peles e couros” (1,1%).
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Ao nível de dois dígitos da Nomenclatura Combinada, os quinze principais produtos exportados para a CPLP em 2016 representaram mais de 2/3 do total.

As maiores quotas da CPLP nas exportações portuguesas para o Mundo couberam às “Gorduras e óleos animais e vegetais” (38,3%), “Aeronaves e suas partes” (27,6%), “Leite e lacticínios” (22,3%), “Preparações de carnes, peixe, crustáceos e moluscos” (21,4%), “Bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres” (11,7%), “Frutas, cascas de citrinos e melões” (10,5%), “Peixes, crustáceos e moluscos” (8,7%), “Máquinas e aparelhos mecânicos” (8,2%) e “Produtos farmacêuticos” (7,3%).


6 – Evolução do peso de Portugal, entre 2014 e 2016, nas 
importações e exportações globais dos parceiros da CPLP

Para o cálculo das importações e exportações globais dos parceiros de Portugal na CPLP foram utilizadas estatísticas do “International Trade Centre” (ITC), por sua vez assentes em dados de base “Contrade”, das Nações Unidas.

Nalguns casos, por ausência de informação dos próprios países, o ITC calculou “mirror data”, a partir de dados declarados pelos parceiros comerciais, como é o caso da Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e Timor-Leste nos três anos em análise, e de Angola e S.Tomé e Príncipe em 2016.

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7 – Importações e exportações em Portugal
     por estado-membro da CPLP entre 2012 e 2016

Seguem-se dados estatísticos, apresentados em quadros e gráficos, relativos às trocas de mercadorias entre Portugal e cada um dos estados-membros da CPLP no período de 2012 a 2016, cobrindo a balança comercial, as importações e exportações por grupos de produtos, e os principais produtos (NC/SH-2) importados e exportados.
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Série Mensal - Fev 2017 - Comércio internacional


Comércio internacional de mercadorias
 - Série mensal -
Período acumulado de Janeiro a Fevereiro de 2017

1 - Balança Comercial

De acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), com última actualização em 10 de Abril de 2017, as exportações de mercadorias no período de Janeiro a Fevereiro de 2017 cresceram em valor +13,8% face ao mesmo mês do ano anterior (+1066 milhões de Euros), a par de um acréscimo das importações de +15,4% (+1397 milhões de Euros).

As exportações para o espaço comunitário (expedições) registaram um aumento de +9,1% (+551 milhões de Euros), ao mesmo tempo que as exportações para os países terceiros cresceram +31,3% (+515 milhões de Euros). 

Por sua vez, as importações de mercadorias provenientes dos parceiros comunitários (chegadas) aumentaram +10,6% (+755 milhões de Euros), com as importações originárias dos países terceiros a crescerem +33,1% (+642 milhões de Euros).

Na sequência deste comportamento, o défice comercial externo aumentou +24,1%, ao situar-se o saldo (Fob-Cif) em -1708 milhões de Euros (um acréscimo de 204 milhões no comércio intracomunitário e de 127 milhões no extracomunitário).

Em termos globais, o grau de cobertura (Fob/Cif) das importações pelas exportações no conjunto dos dois primeiros meses do ano desceu de 84,8%, em 2016, para 83,7%, em 2017.
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A variação do preço de importação do petróleo bruto repercute-se também, naturalmente, no valor das exportações de produtos energéticos, e logo na balança comercial. O valor unitário mensal de importação do petróleo, que nos dois primeiros meses de 2016 se situou em torno dos 215 Euros/Ton, subiu para o patamar dos 375 Euros/Ton no mesmo período do ano corrente.
Para além da variação da cotação internacional do barril de petróleo, medido em dólares, a variação da cotação do dólar face ao Euro é também um dos factores determinantes da evolução do seu preço em Euros.
Se excluirmos do total das importações e das exportações o conjunto dos produtos “Energéticos” (Capº 27 da Nomenclatura Combinada), o grau de cobertura (Fob-Cif) das importações pelas exportações sobe de 83,7% para 88,5%, com as exportações dos restantes produtos a crescerem agora a um ritmo superior ao das importações, respectivamente +10,5% e +9,3%.
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2 - Evolução mensal

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3 - Mercados de destino e de origem

3.1 - Exportação

No período acumulado de Janeiro a Fevereiro de 2017, as exportações nacionais para a UE (expedições), que representaram 75,4% do total (78,7% em 2016), cresceram em valor +9,1%, contribuindo com +7,1 pontos percentuais (p.p.) para uma taxa de crescimento global de +13,8%.
As exportações para o espaço extracomunitário, que representaram 24,6% do total em 2017 (21,3% em 2016), registaram um crescimento em valor de +31,3%, contribuindo com +6,7 p.p. para a taxa de crescimento global. 

Os dez principais mercados de destino das nossas mercadorias em 2017 foram a Espanha (26,5%), a França (12,6%), a Alemanha (11,5%), o Reino Unido (7,0%), os EUA (5,0%), os Países Baixos (3,9%), a Itália (3,4%), Angola (3,2%), a Bélgica (2,6%), Marrocos (1,6%) e a China (1,5%), conjunto de países que absorveu 78,8% das nossas exportações.
Entre os trinta principais destinos, os maiores contributos positivos para o ‘crescimento’ das exportações (+13,8%), couberam a Espanha (+3,8 p.p.), EUA (+1,7 p.p.), Angola (+1,2 p.p.), China e França (+0,8 p.p. cada), Alemanha e Reino Unido (+0,7 p.p. cada), Marrocos (+0,5 p.p.) e Brasil e Itália (+0,4 p.p. cada).
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Angola, o segundo mercado de destino das exportações para os países terceiros depois dos EUA, envolta numa crise financeira na sequência da descida do preço do petróleo, a sua principal fonte de receita, que vinha apresentando sucessivos decréscimos, em termos homólogos, nas exportações da quase totalidade dos onze grupos de produtos considerados, registou no período em análise taxas de variação homóloga negativas em apenas dois desses grupos de produtos, designadamente na área do material de transporte terrestre e das aeronaves.
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Os maiores acréscimos no valor das exportações para o espaço comunitário (expedições), em termos homólogos, verificaram-se em Espanha, seguida a grande distância pela França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Roménia, Provisões de Bordo, Finlândia e Luxemburgo, tendo o maior decréscimo incidido na Irlanda, seguida da Áustria e da Bulgária.


Entre os Países Terceiros, os maiores acréscimos ocorreram nas exportações para os EUA, Angola, China, Gibraltar, Marrocos, Brasil, Gabão, Provisões de Bordo, Arábia Saudita e México. 

Entre os maiores decréscimos figuram a Argélia, o Canadá, Moçambique e Ghana.
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3.2 - Importações

No período de Janeiro a Fevereiro de 2017, as importações com origem na UE (chegadas), que representaram 75,4% do total (78,6% em 2016), contribuíram com +8,3 p.p., para uma taxa de crescimento global de +15,4%.


As importações com origem no espaço extracomunitário registaram um acréscimo de +33,1%, representando 24,6% do total (21,4% em 2016), com um contributo para o crescimento de +7,1 p.p.. 
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Os principais mercados de origem das importações nos dois primeiros meses do ano foram a Espanha (31,2%), a Alemanha (13,8%) e a França (7,8%). Seguiram-se os Países Baixos (5,3%), a Itália (5,0%), a Federação Russa (3,5%), o Reino Unido (3,0%), a China (2,9%), a Bélgica (2,7%) e os EUA (1,6%), conjunto de países que representou 76,8% das nossas importações totais. 
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Entre os maiores contributos positivos para o crescimento das importações destacam-se a Federação Russa (+3,90 p.p.), a Espanha (+3,16 p.p.) e a Alemanha (+2,18 p.p.). Seguiram-se os dos Países Baixos (+1,16 p.p.), a França (+0,69 p.p.), o Cazaquistão (+0,49 p.p.), o Azerbaijão (+0,38 p.p.), a Turquia (+0,36 p.p.), a Arábia Saudita (+0,32 p.p.) e a Itália (+0,31 p.p.).


Por sua vez, os maiores contributos negativos couberam a Angola (-0,31 p.p.), à Irlanda (-0,27 p.p.), à China (-0,23 p.p.) e à Argélia (-0,15 p.p.), seguidos com menos de 0,1 p.p. pelo Brasil, República Checa, Colômbia e Suíça. 

Nas figuras seguintes relacionam-se os maiores acréscimos e decréscimos das importações com origem intracomunitária e nos países terceiros.

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4 - Saldos da Balança Comercial

No período em análise, o maior saldo positivo da balança comercial (fob-cif) coube ao Reino Unido (+305 milhões de Euros), seguido da França (+293 milhões), dos EUA (+274 milhões), de Angola (+220 milhões) e de Marrocos (+119 milhões de Euros). 

O maior défice, a grande distância dos restantes, pertenceu a Espanha (-946 milhões de Euros), seguido dos da Alemanha (‑439 milhões), da Rússia (‑343 milhões), da Itália (‑227 milhões) e dos Países Baixos (-217 milhões de Euros).

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5 - Evolução das Exportações e das Importações
     por grupos de produtos

5.1 - Exportações

Os capítulos da Nomenclatura Combinada (NC-2) em uso na União Europeia (coincidentes com o Sistema Harmonizado – SH / HS) foram aqui agregados em 11 grupos de produtos (ver Anexo). 

No período em análise os grupos com maior peso nas exportações portuguesas de mercadorias, representando 60,3% do total, foram “Máquinas, aparelhos e partes” (15,4% do total, com uma taxa de variação homóloga de +15,8%), “Químicos” (12,6% e TVH +10,5%), “Agro-alimentares” (11,8% e TVH +15,6%) “Material de transporte terrestre e partes” (10,5% e TVH +6,7%) e “Têxteis e vestuário” (10,0% e TVH +2,4%). 

Os maiores acréscimos, em Euros, ocorreram nos grupos “Energéticos” (+303 milhões), “Máquinas, aparelhos e partes” (+184 milhões), “Minérios e metais” (+169 milhões), “Agro-alimentares” (+140 milhões) e “Químicos” (+105 milhões de Euros).

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5.2 - Importações

No mesmo período, os grupos de produtos com maior peso nas importações portuguesas de mercadorias, representando 73,5% do total, foram “Químicos” (16,6% do total, com taxa de variação homóloga em valor de 6,6%), “Máquinas, aparelhos e partes” (16,3%, TVH +16,5%), “Agro-alimentares” (14,1% e TVH +5,0%), “Material de transporte terrestre e partes” (13,3% e TVH +19,2%) e “Energéticos” (13,2% e +82,3%). 

Os maiores acréscimos, em Euros, couberam aos grupos “Energéticos” (+626 milhões), “Máquinas, aparelhos e partes” (+242 milhões), “Material de transporte terrestre e partes” (+225 milhões), “Minérios e metais” (+124 milhões) e “Químicos (+108 milhões de Euros).

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6 - Mercados por grupos de produtos

6.1 - Exportações

Entre os mercados de destino das exportações de mercadorias, a Espanha ocupou no período de Janeiro a Fevereiro de 2017 a primeira posição em 8 dos 11 grupos de produtos com 26,5% do total, ocorrendo as excepções nos grupos “Calçado, peles e couros” (4ª posição), “Máquinas, aparelhos e partes” (2ª posição) e “Aeronaves, embarcações e partes” (4ª posição).

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Seguiram-se no “ranking” a França (12,6%), a Alemanha (11,5%) e o Reino UInido (7,0%). Com quotas inferiores, os EUA (5,0%), os Países Baixos (3,9%) a Itália (3,4%), Angola (3,2%), a Bélgica (2,6%) e Marrocos (1,6%). Estes dez países cobriram 77,4% das exportações totais.

6.2 - Importações

Nesta vertente do comércio internacional, a Espanha ocupou o primeiro lugar também em oito dos onze grupos de produtos, com 31,2% do total, sendo as excepções os grupos “Energéticos”, em 2º lugar, depois da Rúsia, “Material de transporte terrestre e partes”, 2ª posição, depois da Alemanha, e “Aeronaves, embarcações e partes”, em que ocupou o 4º lugar, antecedida do Brasil, EUA e França.
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Seguiram-se a Alemanha (13,8%), a França (7,8%), os Países Baixos (5,3%), a Itália (5,0%), a Rússia (3,5%), o Reino Unido (3,0%), a China (2,9%), a Bélgica (2,7%) e os EUA (1,6%). Estes dez países cobriram 76,8% das importações totais.